Dois homens foram presos pela Polícia Civil nesta terça-feira (7) após as investigações da morte de Cleidson Galdino Alves Brito. O crime aconteceu no dia 8 de janeiro deste ano, no bairro Planalto, em Porto Velho. A vítima foi morta por engano durante um latrocínio.

A polícia informou que um homem identificado como "Canela" pagou R$ 400 para um suspeito chamado João executar um desafeto. Porém, João teria matado a pessoa errada.

"João é suspeito de, em tese, ter matado a pessoa errada, o vizinho. Ele chegou atirando com espingarda artesanal, deu facadas e ainda subtraiu o aparelho celular da vítima", informou a Polícia Civil.

Uma terceira pessoa também estava envolvida no crime. As investigações apontam que esse terceiro suspeito deu cobertura a João do lado de fora da casa da vítima, "evitando alguém chegar e atrapalhar a ação criminosa", segundo a polícia.

Dois homens foram presos pela Polícia Civil nesta terça-feira (7) após as investigações da morte de Cleidson Galdino Alves Brito.  — Foto: PC-RO/Reprodução
1 de 2 Dois homens foram presos pela Polícia Civil nesta terça-feira (7) após as investigações da morte de Cleidson Galdino Alves Brito. — Foto: PC-RO/Reprodução

Dois homens foram presos pela Polícia Civil nesta terça-feira (7) após as investigações da morte de Cleidson Galdino Alves Brito. — Foto: PC-RO/Reprodução

Diante das provas colhidas, o delegado Daniel Braga pediu a prisão preventiva dos três suspeitos. Mas durante a manhã desta terça-feira (7) apenas o mandante da morte, vulgo "Canela" e o homem que deu apoio ao crime foram localizados, ambos confessaram as participações.

O suspeito de ser o executor, João, ainda não foi localizado pela polícia. O caso continua em investigação pela Delegacia Especializada em Repressão a Roubos e Furtos - DERF (Patrimônio).

A corporação divulgou a foto de João e pede ajuda da população. Quem tiver qualquer informação que possa levar ao paradeiro do suspeito pode entrar em contato com a Polícia Civil pelo 197.

PC-RO pede ajuda para localizar e prender suspeito da ação criminosa em Porto Velho — Foto: PC-RO/Divulgação