Afundamento do solo acumulado chega a 2,06 metros de profundidade. Velocidade registrada na última atualização foi de 0,23 centímetros por hora.

Por Heliana Gonçalves, g1 AL

  • O solo sobre a mina da Braskem continua cedendo. Desde o dia 30 de novembro até esta sexta-feira (8), a superfície já afundou 2,06 metros, segundo a Defesa Civil de Maceió.

  • A última medição feita no local mostra que a velocidade registrada foi de 0,23 centímetros por hora.

  • A Defesa Civil mantém vigente o estado de alerta porque o possível colapso da mina pode abrir uma cratera no bairro do Mutange.

  • Essa mina é uma das 35 que a Braskem mantinha na região para extração de sal-gema. A maior parte dela está localizada sob a lagoa Mundaú, que deve ser afetada se houver o rompimento abrupto.

  • Desde que a instabilidade no solo provocada pela mineração abriu rachaduras em imóveis e ruas, mais de 14 mil imóveis foram desocupados em 5 bairros.

Rachaduras próximo ao local da mina da Braskem aumentam no bairro do Mutange, em Maceió — Foto: Defesa Civil Municipal
1 de 3 Rachaduras próximo ao local da mina da Braskem aumentam no bairro do Mutange, em Maceió — Foto: Defesa Civil Municipal

Rachaduras próximo ao local da mina da Braskem aumentam no bairro do Mutange, em Maceió — Foto: Defesa Civil Municipal

O afundamento do solo sobre a mina da Braskem que está sob risco de colapso no bairro do Mutange, em Maceió, é de 2,06 metros de profundidade, segundo a atualização da manhã desta sexta-feira (8), feita pela Defesa Civil. Foram 5,7 centímetros nas últimas 24 horas. O órgão mantém vigente o estado de alerta.