
Porto Velho, RO - A aprovação da Lei nº 6.287/2025, promulgada pelo presidente da Assembleia Legislativa de Rondônia, deputado estadual Alex Redano (REPUBLICANOS), acendeu um estopim de indignação entre consumidores e comerciantes. A norma acrescenta mais 2% de ICMS sobre uma lista ampla de produtos considerados “não essenciais”, mas que, no cotidiano das famílias, já se tornaram indispensáveis.
O acréscimo — destinado ao (FECOEP/RO) — recai justamente sobre os itens que mais pesam no orçamento da classe média e dos trabalhadores: eletrônicos, eletrodomésticos, comunicação e até veículos.
Um ajuste pequeno no papel, mas gigante no bolso.
📱 Eletrônicos: o aumento que atinge quem estuda, trabalha e empreende
Nada desperta tanta revolta quanto ver tecnologia — hoje instrumento de trabalho e estudo — tratada como luxo.
Com a mudança, passam a pagar mais ICMS:Em um estado onde milhares trabalham com delivery, aplicativos, marketing digital e estudos online, esse aumento cai como martelada.
Celulares
Computadores
Televisores
Tablets
Monitores
Videogames
Equipamentos de áudio e vídeo
Para especialistas do varejo, o impacto no preço final pode chegar a 3% a 6%, dependendo da cadeia logística. “O consumidor vai sentir no primeiro boleto”, lamenta um empresário do setor.
🧊 Eletrodomésticos também entram na lista — da geladeira ao ar-condicionado
Outra categoria pesada:Enquanto o calor amazônico passa dos 40 graus, o ar-condicionado vira artigo de luxo.
Geladeiras
Freezers
Fogões
Máquinas de lavar
Micro-ondas
Ar-condicionados
E lavar roupa? Passa a custar mais caro também.
🚬 🍾 Bebidas alcoólicas e cigarros: aumento já esperado
Produtos de:
-tabaco
-álcool
-também entram no acréscimo.
Até aí, pouca surpresa — são itens tradicionalmente sobretaxados em vários estados.



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