
- Diana Kuryshko e Victoria Kalimbet
- BBC News Ucrânia
- Tempo de leitura: 8 min
Durante boa parte do tempo desde o início da invasão russa da Ucrânia, em 2022, Daria não tinha medo dos bombardeios.
Mesmo nas noites de ataques mais intensos, a jovem de 27 anos conseguia dormir apesar das explosões perto de seu apartamento, em Kiev, capital da Ucrânia.
Como muitos ucranianos, ela seguia a chamada "regra das duas paredes": procurava ficar em um ponto da casa protegido do exterior por pelo menos duas paredes.
Mas neste ano isso mudou.
Nos últimos meses, os ataques russos contra a capital ucraniana se tornaram mais frequentes e intensos.



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