
- Madeline Halpert
- Tempo de leitura: 4 min
A Uber foi condenada a pagar R$ 205,6 milhões à família de uma mulher de 23 anos que morreu após ser atropelada em uma rodovia da Califórnia depois que, supostamente, o motorista da empresa de transporte por aplicativo parou o veículo e ordenou que ela saísse do carro.
Segundo documentos judiciais, Emily Normandin-Parker havia chamado um Uber para ir para casa com uma amiga em 12 de agosto de 2023, antes de sua amiga passar mal e vomitar no carro.
Seus pais disseram que o motorista encostou na estrada e obrigou as mulheres, que estavam embriagadas, a sair do carro, após o que Normandin-Parker foi atropelada por outro veículo e morreu.
A Uber argumentou que o motorista era um contratado independente e que a empresa não era responsável por suas ações.
'Confiou que a Uber a levaria para casa'
"Emily fez tudo o que a Uber recomenda aos usuários: tomou a decisão responsável de não dirigir e confiou que a Uber a levaria para casa em segurança", declararam seus pais sobre a filha, formada pela Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA).



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