Em 1966, o líder comunista Mao Tsé-Tung ordenou uma campanha nacional para expurgar do governo, da educação e das artes elementos considerados contrarrevolucionários, influências capitalistas e pensamento burguês.
A mensagem de Mao era: "Rebelem-se contra seus professores, contra seus líderes partidários, contra seus superiores, contra os gerentes das fábricas. A rebelião é justificada".
A campanha, que oficialmente durou até 1976, transformou completamente a sociedade chinesa e deixou profundas cicatrizes políticas e culturais que ainda estão presentes no país hoje.
Em 1965, Mao começou a preparar seu retorno político rotulando líderes como Liu Shaoqi e Deng Xiaoping como "seguidores do capitalismo", uma acusação extremamente grave dentro da retórica comunista chinesa.



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