Beat Fest Manaus — Foto: g1 AM
1 de 4 Beat Fest Manaus — Foto: g1 AM

Beat Fest Manaus — Foto: g1 AM

O grupo Poesia Acústica, Teto e Matuê fizeram shows que contagiaram e emocionaram o público durante suas apresentações no Beat Fest, realizando entre a noite de sábado (28) e a madrugada deste domingo (29), no Podium da Arena da Amazônia, em Manaus.

A primeira atração do Beat Fest reuniu participantes da cena local que, em uma hora e meia, fizeram uma batalha de rima para o público que prestigiou o evento.

Em seguida, quem tomou o palco foi o grupo Poesia Acústica, que trouxe suas 14 músicas já lançadas. Fazendo ser digno ao nome do projeto, o rap acústico emocionou e fez as pessoas cantarem junto aos principais sucessos.

Antes de subirem ao palco pela primeira vez em Manaus, eles conversaram com o g1 e afirmaram que viveram um momento especial em poder levar os hits para o público da cidade.

Poesia Acústica, no Beat Fest, em Manaus — Foto: Daniel Landazuri, g1 AM

“É a nossa primeira vez aqui e a gente espera que seja a primeira vez de muitas. A gente já estava pretendendo vir aqui há muito tempo. Quantas vezes a gente recebeu mensagens de fãs de Manaus e a gente não estava vindo aqui. Espero que agora seja cada vez mais comum”, disse Bob do Contra.

A terceira atração da noite foi o trapper Teto. Ele trouxe em seu show uma viagem em todas as principais músicas da sua carreira como “M4”, “Dia Azul” e as mais recentes “Minha Vida É Um Filme” e “Mais Um Voo”.

Essas músicas mais recentes foram lançadas depois do último show do artista em Manaus, em 2022, que agora trouxeram uma nova cara para a apresentação dele.

“Sempre é um desafio pra nós subir no palco, entregar uma coisa para a rapaziada, porque a gente tem esse lance de se renovar, preparar algo novo pra entregar de show, espetáculo. Aqui em Manaus é um termômetro muito grande, pelo que a gente faz e o público ser sempre um público muito receptivo, participar do show, acompanhar sempre nossos lançamentos e gostar mesmo da nossa parada”, afirmou Teto.

Ele também disse ao g1 que, como um artista do Nordeste, agradece pela receptividade que o público do Norte do país tem com o trabalho que ele vem fazendo ao longo dos anos.

Teto, no Beat Fest, em Manaus — Foto: Daniel Landazuri, g1 AM

“Eu, como um cara que sou do Nordeste, busco levar sempre essa representatividade. Tanto no lançamento, quanto na minha comunicação. Uma resposta disso foi muito ‘Minha Vida É um Filme’, um som dedicado à Bahia, um som onde eu pude externar um pouco mais de mim, da minha essência, de onde eu cresci, que é a simplicidade que a gente enfrenta”, disse o artista.

O responsável pelo show principal do Beat Fest foi o trapper Matuê. Em sua terceira passagem por Manaus, ele também trouxe um repertório diferente e com novas músicas lançadas desde que se apresentou na cidade pela única vez.

“É da hora que sempre que a gente volta, tem mais gente, a energia maior, mais vibe. A voz da rapaziada mais alta também, então foi um show bonito. Eu senti que foi bem alinhado, a conexão com a rapaziada foi muito positiva.

Matuê em entrevista ao g1, no Beat Fest, em Manaus — Foto: g1 AM

Assim como o Teto, Matuê também exaltou o público do Norte, em Manaus, e comparou a energia dos shows com o público do Nordeste, região natal de ambos os artistas.

“É diferente. De alguma maneira eu posso dizer que tanto no Nordeste, quanto no Norte, eu sinto que o público é mais calorento mesmo, sem querer fazer trocadilho com o clima, nem nada. A própria rapaziada mesmo, é diferente, vem diferente, grita mais alto, pula mais alto. É maior vibe e eu me sinto mais em casa também”, finalizou Matuê.