
A implantação da Casa da Mulher Brasileira (CMB) em Porto Velho avançou mais uma etapa nesta quarta-feira (10), com a visita da ministra das Mulheres, Márcia Lopes, que cumpriu agenda institucional na capital e realizou sobrevoo na área destinada à construção da unidade.
Considerada um dos principais equipamentos públicos voltados ao enfrentamento da violência contra meninas e mulheres, a futura estrutura deverá concentrar diferentes serviços especializados em um único espaço.
Durante a agenda, acompanhada pelo prefeito de Porto Velho, Léo Moraes, a ministra também participou de reuniões com representantes de órgãos públicos estaduais para discutir ações voltadas ao fortalecimento das políticas de proteção e garantia dos direitos das mulheres.
Atendimento integrado e acolhimento às vítimas
Segundo Márcia Lopes, a Casa da Mulher Brasileira foi concebida para integrar serviços e ampliar o acesso das mulheres ao atendimento especializado.
“Essa instituição é um equipamento estratégico porque integra toda a rede de atendimento. É um espaço de acolhimento, proteção e garantia de direitos, articulado com os serviços de saúde, assistência social, educação e segurança pública. Será uma referência para os 52 municípios de Rondônia”, destacou.
A proposta da unidade é oferecer atendimento humanizado e concentrar diferentes órgãos da rede de proteção em um único local, reduzindo barreiras de acesso aos serviços.
Projeto prevê atendimento especializado e fortalecimento da rede de proteção
O prefeito Léo Moraes afirmou que a implantação representa um avanço na estrutura de atendimento às mulheres em situação de violência.
“Esse é um projeto transformador, resultado da parceria entre o Governo Federal e a Prefeitura de Porto Velho. Estamos falando de um espaço que reunirá diversos serviços especializados, oferecendo atendimento integral às mulheres vítimas de violência, com orientação jurídica, assistência psicossocial e suporte para que possam reconstruir suas vidas com dignidade e segurança”, afirmou.
Além da assistência social e do acolhimento, a proposta também prevê fortalecimento de políticas ligadas à autonomia econômica feminina e incentivo ao empreendedorismo.
Obra deve começar após conclusão dos trâmites legais
De acordo com as informações apresentadas durante a agenda, o processo licitatório está na fase final de tramitação e aguarda o cumprimento dos prazos legais para emissão da ordem de serviço.
A construção será realizada na Avenida Mamoré, em Porto Velho, em área planejada para centralizar o atendimento às mulheres das zonas Leste, Sul e Centro da capital.
A previsão é que a obra seja concluída em 2027, ampliando a estrutura de atendimento especializado para mulheres em Rondônia.



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